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Voltei com uma profunda tristeza, vejo que o ser humano não vale nada. É quando se precisa de um que conhecemos a verdadeira face. Um poço de mesquinharia, maldade e inveja. Estou muito triste e muito frustrada. É duro !!! Meu filho mais velho fora de casa tem passado por maus bucados. Não é fácil saber que esta sofrendo, não esta assistido, não que o fosse aqui, mas ao menos antes estava ao meu lado. Sinto uma impotência enorme, não poderf fazer nada é muito difícil. Não tenho condições financeiras para reverter a história, não tenho emprego, não tenho dinheiro, não tenho perspectiva.
As vezes meu sonho é ganhar um prêmio milionário para socar dinheiro na bunda de muita gente.
N I N G U É M estende uma mão, caraca, fui burra em não ter feito nada por mim. Agora é sofrer, e o pior, é ver um filho sofrendo e não poder fazer nada. Mas é da humilhação que estou passado que tirarei forças.
Elke di Barros

Oração para os que me atiram pedras.



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- Postado por: Elke di Barros s 21h38
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É com muita consternação que escrevo este texto hoje. Já
vinha ensaiando para escrevê-lo mas as últimas declarações
daquele jornalista sem escrúpulos "Joe Scharkey", me fizeram tremer e sem
dúvida, me parece que tomei um copo de cólera. Não bastava que eles numa manobra
da mais pura imperícia, ao viajarem numa altitude errada contrariando o plano de
vôo, não satisfeitos, ainda desligaram o tal aparelho, o Transponder .E
derrubar sem querer, é claro, num fatídico acidente sem precedentes
na história da aviação brasileira, o avião com os 154 passageiros. O raio
do jornalista "mequetrefe" quer causar polêmica ao declarar que aqui,
em nosso país, os seus conterrâneos sofrem perigo !!! Perigo de quê !? Raios que
o partam ! Perigos sofremos nós com estes abutres voando sobre o nosso país,
como ficou comprovado tamanha foi a irresponsabilidade, tamanho foi o risco em
que se colocaram e colocaram outras vidas em jogo, jogaram e perderam, assumiram
o risco e perderam. E agora não querem arcar com as consequencias ? Mas o que é
isso ? Agora querem fugir deixando perguntas a serem respondidas para
trás, como se nada tivessem contribuido para que o acidente tivesse ocorrido?
Como se aqui fosse a casa da a casa da mãe Joana? Aliás, foi isso que
pensaram ao ignorar o plano de vôo, ao desligar os aparelhos, e ainda querem
jogar a culpa no controle aéreo brasileiro.
Gostaria de dizer para "Mister Sharkey" que aqui no nosso
país, ao contrário do vosso, não prendemos civís inocentes suspeitos de
terrorismo a esmo, não autorizamos tortura por decreto como fez seu odiado
presidente da república. Não temos prisões espalhadas pelo mundo para fazer
prisões arbitrárias como é o caso de vosso pais, portanto, seu temor não tem
fundamento a não ser, que seu caso seja como tantos que se vê hoje em dia, seja
só mais um querendo chamar atenção sobre sí para lançar um livro ou chamar a
atenção de algum diretor de cinema disposto a escrever a sua história para lhe
render alguns milhões.
Sinceramente Elke di
Barros

Uma oração as vítimas do acidente



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- Postado por: Elke di Barros s 16h08
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Meus dias não são fáceis. Entre uma dose e outra do meu estabelizador de humor vou levando a vidinha nada fácil de uma compulsiva inveterada. Ágora ótima mais tarde não se sabe. Estou muito angustiada devido aos últimos fatos ocorridos aqui na minha casa. Meu primogênito foi posto para fora de casa pelo meu companheiro. Motivo : é o que não falta. Pode até parecer crueldade uma mãe se referir desta maneira mas de verdade estou sofrendo. Não imaginava que fosse chorar, que fossse doer mas sinceramente, doi. A última dele. Três dias fora de casa sem dar notícias, um telefonema se quer, nada, o menor aviso, uma peça de roupa, uma escova de dentes, nada, em plena segunda-feira, saiu para a escola as 7:00hs da manhã e voltou a quarta-feira, as 15:00hs, como se nada tivesse acontecido, com a cara mais lambida do mundo. Eu, aqui, pensando MERDA, e o bonitinho, sei lá, devia estar se divertindo pois até hoje nada de explicação. PODE ?!!! Foi de cortar o coração, ele indo embora, lá na rodoviária, puxando a enorme mala, indo embora para Goiânia, morar com o pai, derrotado, triste, cabisbaixo. O coração de mãe estava apertadinho. Parecia que o menino(vai fazer 18 daqui a três meses) ia para a guerra. Ai, essa noite foi muito triste para mim...


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- Postado por: Elke di Barros s 12h37
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Caramba, tive que fazer outro blog pois esqueci minha senha
- Postado por: Elke di Barros s 17h50
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